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Momento lúdico.
Entre aqui e vá clicando. Vale a pena esperar carregar. É surreal...
"Bajule-me e talvez eu não acredite em você. Critique-me e talvez eu não goste de você. Ignore-me e talvez eu não o perdoe. Encoraje-me e nunca o esquecerei."
William Ward
Pois é Ostrinha, em continuidade com um tema recorrente, nosso filho (o blog) precisa começar a lidar com uma das maiores angústias humanas: a mudança. Você iniciou esse processo de forma simbólica, mudando o lay-out da criança, colocando uma nova roupa. De forma muito simples, mostrou que uma das virtudes deste espaço é que não existem regras. Ou melhor, são as nossas regras. Podemos mudar a hora que quisermos. Essa é a grande virtude e o grande desafio.
A simplicidade banal do ato, a mudança, muitas vezes esconde um processo complexo, confuso e perturbador. Mudamos porque queremos progredir, evoluir, melhorar. Independentemente de cada uma destas palavras traduzir significados distintos para nós - eu, você, nossos amigos, parentes, namoradas (os), irmãos e estranhos.
O começo deste pensamento deve-se ao fato de uma pessoa querida, um grande amigo, estar mudando. Literalmente. Mudando de emprego, de cidade, de vida. Introduzindo novos elementos no seu dia-a-dia e abandonando velhas práticas. Como venho acompanhando o processo, desde os primeiros esboços, passando pelas avaliações comuns de prós e contras, até a tomada de decisão. Sempre carregada de uma ponta de dúvida e outra de tristeza. Mas também de alegria, de excitação e de expectativa.
Se temos medo do desconhecido e da mudança, ao mesmo tempo somos atraídos pela novidade, pelo desconhecido, pelos novos sons, aromas, pessoas e caminhos que aparecem a cada dia. Sair da zona de conforto não é tarefa para os fracos. É precioso boa dose de coragem, alguma de loucura e muita de paixão para largar tudo, mesmo que esse tudo seja pouco aos olhos do outro. A ruptura, processo natural para a mudança, não deve ser encarado como traumático mas benéfico. Quebramos paradigmas e paredes. Jogamos fora preconceitos e roupas. Descobrimos ruas, esquinas e praças. E, se tudo não sair como planejado, que ótimo. Descobrimos que o acaso existe. E o planejamento é útil para saber como deveria ser e não foi. Mas o resultado é o que importa. Mesmo que seja um novo.
Aproveitando e usando como desculpa uma forma de finalizar esse texto, sem pé nem cabeça, veja como podemos MUDAR.
Para todas as pessoas queridas que estão em fase de mudança.
Beijo Sardinha.
Vico: Boa sorte em Jafa. Que Bruce Leroy ilumine seu caminho. Prometo um post comentando os clássicos. Abraços.