Wednesday, July 26, 2006

Elefante - Returns

Após cinco anos ele volta a terra e...não, não. Filme errado. Volto após três semanas para o blog, se nada acontecer até o fim deste post.

Cara Ostra,
Após a comprovação de que te conheço muito bem, feita em minha breve descrição de suas reações, mesmo estando a 400 km de distância (posteriormente será postado aqui), me deparo hoje com o post abaixo, cheio de indignação e revolta.
É, o mundo não é um lugar justo. Pelo menos não no sentido clássico da palavra. Apesar de Jor-El ter ouvido de seu pai que ele seria enviado a esse mundo pela capacidade de nós humanos fazermos o bem, insistimos em fazer o contrário. E quando entramos nesta seara, nossa fértil imaginação abre espaço para uma infindável profusão de manifestações distintas e bizarras. Não basta saber do sem número de barbáries que acontecem simultaneamente por todo o planeta, no nosso país, na cidade, na nossa rua. Temos a capacidade de literalmente foder com tudo e nos orgulhamos disto. E este aspecto que gostaria de comentar: atuar diretamente não é nosso único pecado. Ignorar o que acontece também nos torna culpados.
Ilustrando a insanidade, estava eu, acompanhado do pequeno elefante, assistindo ao GNT e ouvindo algumas coisas boas baixadas no Limewire e Souseek (Groove Armada, Tanguetto), quando nos deparamos com um documentário sobre cachorros. E seus donos, é claro. Não vou criticar os que tratam seus pets como filhos e se esforçam para enchê-los de mimos e frufrus. Agora chegar ao ponto de ter uma senhora que vende seus préstimos de “conversar com cachorros”, aí já é demais. A senhora em questão recebe solicitações via telefone e, incrível, conversa com os dogs telepaticamente (!) e cobra U$ 100,00 pela consulta. Se a consulta for em casa, o preço sobe para U$ 150,00. Uau! Porque eu não viro terapeuta de cachorros...
Seria uma simples constatação de qual bizarra a sociedade americana pode ser, se não fosse um fato grotesco: o valor de uma consulta alimenta uma família em Angola ou no Haiti por 2 meses.
Preciso continuar?

Newsfante:

A moto vai bem, obrigado. Chama-se Jaqueline e o primeiro comentário sobre o nome dela é que “isso é nome de puta”. Graças a deus...

Frase escrita nas costas da camiseta de um motoqueiro: “Se você estiver lendo isso, é porque a puta caiu”. Fantástico!

Ontem minha terapeuta propôs que as seções passassem a ser a cada 15 dias. Bela vitória, para um elefante com dois anos de terapia. Não sei se demonstra uma evolução ou se ela está desistindo...

Fico feliz porque a loira está feliz. O novo emprego está fazendo muito bem pra ela. E vai ficar melhor.

Vou começar a colocar algumas “tips” de coisas, lugares, músicas e comidas que acho legal falar. Ninguém precisa gostar mas eu vou por do mesmo jeito...

2 comments:

Anonymous said...

Here are some links that I believe will be interested

Anonymous said...

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